domingo, 14 de julho de 2013

E deu-se a luz...

Documentário que mostra a vida e obra de um dos mais importantes artistas da história: Caravaggio. Uma produção da TV Cultura e Malabar Filmes. Na produção também é possível conhecer os bastidores da maior exposição do artista já feita no Brasil, realizada pela Base7. Direção Geral: Helio Goldsztejn Direção e Roteiro: Alexandre Handfest.

Comentários>>>>> Um oportunidade de conhecer além das telas este importante artista. Polêmico e talentoso, Caravaggio é referência para muitos fotógrafos no mundo pela forma de como trabalhava a luz. Os entrevistados apresentam um artista vivo, temperamental e muito, muito talentoso e que merece um material mais aprofundado.
Assista em http://cmais.com.br/especiais/videos/caravaggio-o-mestre-dos-pinceis-e-da-espada-2

O Sonho e a história do cinema, onde a tecnologia é utilizada na medida

A Invensão de Hugo Cabret de Martin Scorsese (2012) me pegou desprevinido.
Na Paris, anos 30. Hugo Cabret (Asa Butterfield) é um órfão que vive escondido nas paredes da estação de trem. Ele guarda consigo um robô quebrado, deixado por seu pai (Jude Law). Um dia, ao fugir do inspetor (Sacha Baron Cohen), ele conhece Isabelle (Chloe Moretz), uma jovem com quem faz amizade. Logo Hugo descobre que ela tem uma chave com o fecho em forma de coração, exatamente do mesmo tamanho da fechadura existente no robô. O robô volta então a funcionar, levando a dupla a tentar resolver um mistério mágico.

>>>>> Comentários: Fiquei agradavelmente surpreso pelo universo apresentado por Scorsese. Surpreendente. A construção na elaboração do garoto Hugo e o talento do ator-mirim somados ao elenco como o todo, conduzem a trama para adultos e crianças de maneira sútil. Se for assistir o DVD, vale a pena assistir o making of

domingo, 7 de julho de 2013

Um show de interpretação e sensibilidade


Poesia (Poetry) / Coreia do Sul
de Lee Chang-dong
Sinopse: Solitária e fazendo bicos como enfermeira para sobreviver, a senhora Mija (a atriz sul-coreana Yun Jeong-hie) é quem cuida do neto adolescente, com quem pouco dialoga pois o menino só vive diante da TV e do videogame. A mãe do rapaz vive noutra cidade e não parece se dar bem com o filho. Pequenos lapsos de memória e de linguagem a levam a uma consulta médica, quando descobre que é o mal de Alzheimer que começa a se manifestar. No hospital vai se deparar com um drama familiar que, sem suspeitar, irá envolvê-la.

Comentários >>>> Roteiro construído com aparente frieza, mais que aos poucos, camada a camada, vai demonstrando a complexidade da personagem e o talento da atriz que a interpreta, Yoon Hee-jeong. 
É poesia por todo o filme, ora sensível, ora cruelmente real, transitando por temas de maneira delicada. 

Um garoto e sua vontade de amor paterno

O Garoto da Bicicleta (Le Gamin au vélo) / Bélgica
de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne

Sinopse: Cyril Catoul (Thomas Doret) tem 11 anos de idade e um objetivo: encontrar o pai, que o deixou em um orfanato. Por acaso ele conhece Samantha (Cécile de France), a administradora de um salão de cabeleireiro, que permite que o garoto passe os fins de semana com ela. Entretanto, Cyril não consegue reconhecer o carinho com o qual é tratado por Samantha, graças à raiva que sente por ter sido abandonado pelo pai.
Comentários >>> Simplesmente, lindo. Me emocionei com a história, muito bem construída e surpreendente. O pequeno ator Thomas Doret segurou muito bem o papel. Detalhe a associação da cor vermelha ao personagem. Talvez tenhamos ai uma mensagem dos diretores... A trilha pontual e talentosa.

domingo, 23 de junho de 2013

Estaremos em breve re-ativando o blog, porém com outra abordagem.
O cine na memória irá crescer e ganhar "asas"....hehehe.
Vamo que vamo com novidades.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Novidades me Janeiro!!!!!!

No mês de janeiro iremos retornar as atividades e com novidades.
Filmes, textos e bate-papos.
AGUARDEM!!!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Atividades paralizadas até agosto

Mesmo tendo sua programação já organizada até outubro, por motivos de reestruturação interna, avaliação dos avanços obtidos nestes 6 meses de atividade, precisamos discutir melhor. Esta paralização tem por objetivo reorganizar a estrutura atual, com possibilidade de itinerância, outros espaços de discussão e possibilidades.
Em agosto retornaremos certamente com novidades importantes, ampliando ainda mais a ação deste ponto de discussão e valorização da memória.
Agradecemos a sua compreensão e principalmente todos os parceiros deste projeto.
Nos encontramos em agosto novamente.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Nesta quinta, sessão em novo horário e Nelson Pereira dos Santos na tela da Memória

A pedidos de nossos frequentadores, estaremos fazendo uma alteração no horário de nosso cineclube, que a partir do próximo dia 20/05 começará mais cedo, às 15 horas.

Nesta sessão teremos a satisfação de exibir o documentário curta-metragem “Biblioteca Nacional” (15’ – 1974 – cor) que aborda o aspecto arquitetônico do prédio, seus jardineiros, suas esculturas, seu acervo, o trabalho interno da biblioteca, os livros, o arquivo geral, a conservação e recuperação de livros, o salão de leituras e as diversas seções e duas dependências, as modernizações da biblioteca. Considerada pela UNESCO uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo, é também a maior biblioteca da América Latina e tem neste documentário o processo de microfilmagem e o sistema de irradiação da informação, dando maior dinamismo no atendimento ao público leitor.

Nascido em São Paulo, Nelson Pereira dos Santos foi um dos precursores do movimento do Cinema Novo, fundador do curso de graduação em Cinema da Universidade Federal Fluminense (sendo professor do Instituto de Artes e Comunicação Social da UFF) e fundador da ABD Nacional (Associação Brasileira de Documentaristas). Com vasta filmografia de filmes de sucesso (“RIO 40 GRAUS”, “RIO, ZONA NOTE”, “VIDAS SECAS”, “COMO ERA GOSTOSO MEU FRANCÊS” entre outros ) e diversos prêmios.


Logo após teremos mesa com convidados para conhecer melhor o sistema de conservação, preservação e de acesso da população em nosso Estado. Já temos confirmada a participação da Sra. Ruth Selma dos Santos (Biblioteca Pública Artur Viana) e do Sr.João Lúcio (Arquivo Público).

Este filme pertence ao acervo do Centro Técnico Audiovisual (CTAV - RJ) parceiro deste projeto.


Datas relacionadas:


18 • Dia Internacional dos Museus

21 • Dia da Língua Nacional

domingo, 9 de maio de 2010

Nelson Pereira dos Santos na tela da Memória, dia 22/05

Após o sucesso de nossa última exibição com “Casa Grande & Senzala” (de Geraldo Sarno) temos a satisfação de exibir em nossa tela no próximo dia 22/05 (quinta) o nobre ocupante da cadeira número 07 da Academia Brasileira de Letras, o cineasta Nelson Pereira dos Santos.

Nascido em São Paulo, no dia 22 de outubro de 1928, Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (1952) é considerado um dos mais importantes cineastas do país, seu filme Vidas Secas, baseado na obra de Graciliano Ramos, é um dos filmes brasileiros mais premiados em todos os tempos, sendo reconhecido internacionalmente como obra-prima, com vasta filmografia de filmes de sucesso (“RIO 40 GRAUS”, “RIO, ZONA NOTE”, “VIDAS SECAS”, “COMO ERA GOSTOSO MEU FRANCÊS” entre outros ) e ganhador de diversos prêmios.

Foi um dos precursores do movimento do Cinema Novo, fundador do curso de graduação em Cinema da Universidade Federal Fluminense (sendo professor do Instituto de Artes e Comunicação Social da UFF) e fundador da ABD Nacional (Associação Brasileira de Documentaristas).

Vamos exibir “Biblioteca Nacional” (15’ – 1974 – cor). O curta aborda o aspecto arquitetônico do prédio da Biblioteca, seus jardineiros, suas esculturas, seu acervo, o trabalho interno da biblioteca, os livros, o arquivo geral, a conservação e recuperação de livros, o salão de leituras e as diversas seções e duas dependências, as modernizações da biblioteca. O processo de microfilmagem e o sistema de irradiação da informação, dando maior dinamismo no atendimento ao público leitor.

Logo após a exibição haverá bate papo com convidados especiais e tosos os presentes.

Este filme é parte do acervo do CTAV/SAV que é nosso parcerio.

Datas relacionadas:
18 · Dia Internacional dos Museus
21 · Dia da Língua Nacional

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Nesta quinta (06/05) na tela do Cine na Memória: Casa Grande & Senzala, de Geraldo Sarno


Contaremos com a participação da Prof. Zelia Amador de Deus (Militante do movimento Afro no Pará/) e Mãe nangetu (Instituto Nangetu).
Esperamos por você.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A obra de Cândido Portinari nas telas neste dia 22/04

A extensa obra do pintor Cândido Portinari, autor de mais de cinco mil quadros, é examinada pelo prisma de sua temática e inspirações. Examina-se a relação de sua pintura com sua origem, filho de imigrantes italianos nascido em Brodowsky, no interior paulista, que foi talento precoce aos 9 anos de idade. Além de apresentar algumas de suas telas, reconstituem-se cenas de sua terra natal que marcaram seu imaginário – como o futebol de meninos, o enterro infantil com caixãozinho azul e os camponeses e trabalhadores em seus afazeres. O filme "Cândido Portinari, o Pintor de Brodósqui", de João Batista de Andrade e o filme desta semana em nosso cine. Este documentário curta-metragem produzido em 1968, em preto e branco abrirá a sessão. Logo após a exibição do curta, haverá mesa que contará com a presença de Emanuel Franco (Artista Plástico), Vânia Leal (responsável pela Ação Educativa do Arte Pará) e de Luizan Pinheiro (Professor.Doutor FAV/ICA/UFPA) com uma panorâmica das artes plásticas em nosso Estado.
Nesta edição temos a parceria do CTAV (RJ), que cedeu de seu o filme para esta sessão.
A sessão começa às 19 horas e a entrada é FRACA.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Nesta quinta dia 08/04, exibição do documentário Il Filo Brasiliano (ou "O Fio Brasileiro" em tradução livre), de Marilia Cioni.


Il Filo Brasiliano ( ou "O Fio Brasileiro" em tradução livre) é uma das iniciativas que procuram resgatar a presença do Brasil na volta da democracia na Itália, desconhecida para a maioria dos italianos e que teve a participação decisiva de mais de 25 mil pracinhas brasileiros.
"Nosso Exército era pequeno em comparação a outras forças. Talvez, por isso, apenas os moradores destas cidades lembram da presença brasileira", afirma o coronel José Carlos dos Santos.
"É uma postura de ignorância, ou de baixa importância que deram ao nosso país. Mas as coisas estão mudando. O Brasil está de moda na Europa e isso deve ajudar a recuperar esta memória".

Surpresa

Conforme a diretora Marilia Cioni, o documentário, que será exibido no Cine Na Memória nesta quinta-feira, não conta apenas a passagem dos pracinhas em território italiano, com suas batalhas e movimentos de tropas.
Mas, principalmente, as marcas que ficaram do relacionamento deles com a população.
Cioni soube por acaso que o Brasil havia mandado uma tropa para defender seu país da ocupação nazista, depois de Getúlio Vargas declarar guerra à Alemanha, Itália e Japão em 1944.
Ela estava nas montanhas, numa cidadezinha entre Bolonha e Florença, quando percebeu que uma das ruas principais chamava-se Brasil.
"Fiquei supresa quando um dos moradores de Montese me disse que se não fosse pelo Brasil e pelos brasileiros eles estariam falando alemão, ou teriam morrido de fome", lembra.
"A participação dos pracinhas não consta em nenhum livro de História Contemporânea na Itália e até os professores universitários ignoram. Decidi que essa era uma história que precisava ser contada", finaliza a diretora.

Sem registro

Il Filo Brasiliano foi realizado pela Digital Desk em co-produção com a Fundação Mediateca Regional Toscana.
Conta com o patrocínio do Ministério das Relações Exteriores, do governo da Região Emília Romagna e de oito prefeituras italianas, além do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.
Segundo Marilia Cioni, apesar de não existirem registros nacionais, na região onde os pracinhas estiveram, no inverno de 1944 e 1945, a memória ainda está muito viva.
"Nas quase 30 cidades e lugarejos que percorri, entre Pisa, Pistóia, Florença, Bolonha e Módena, vi ruas, avenidas, praças monumentos, placas, ou pedras com o nome do Brasil. A população se esforça para preservar essa memória", disse.
Em Gaggio Montano, por exemplo, os habitantes costumam celebrar todos os anos o Dia do Mingau da Amizade. Eles fazem uma mistura parecida com a comida quente oferecida pelos pracinhas para amenizar a fome naquele inverno com temperatura de -20Cº.
Já em Montese, onde a Força Expedicionária Brasileira (FEB) travou a batalha mais difícil e teve 400 baixas, a bandeira do Brasil é hasteada ao lado da italiana todo 25 de abril.

Reencontro

No documentário, Marilia Cioni apresenta imagens da época em preto e branco.
Os depoimentos recentes de brasileiros e italianos são registrados em cores. São histórias emocionates, alegres e dramáticas.
Em uma cena, é mostrado o reencontro da italiana Yolanda Marata com o veterano Nilson Vasco Gondin.
Ele lembra de ter preparado a ceia do Natal de 1944 na casa da família dela, em Vergato.
"Guerra jamais. Principalmente, envolvendo nações que não têm nada a ver com isso. Nós, lá no Brasil, não tínhamos nada que ver com essa guerra", diz Gondin na abertura do trailer do filme.
Num outro momento, Cesarina Turrini, de Montese, um dos últimos redutos alemães, diz que nunca poderá esquecer dos brasileiros.
Em seguida, começa a cantarolar Deus salve a América…. E, depois, "ai, ai, ai, ai, está chegando a hora…", músicas, de acordo com ela, cantadas com freqüência pelos homens da FEB.
"Tem um lugar privilegiado na minha memória sobre os pracinhas, suas dificuldades e seu sacrifício. Aqui morreram muitos brasileiros", diz Francesco Arnoaldi Berdi, em frente a fortificação de Monte Castello, terreno onde ficaram os pracinhas na época e que pertencia a sua família.
Ao final da guerra, os pracinhas fizeram prisioneiros 20 mil alemães. Como não regressaram imediatamente para casa, a amizade com os italianos foi se intensificando, resultando inúmeras histórias de amor.
Pelo menos 50 casamentos se realizaram e o lixo de guerra abandonado por eles virou título do documentário de Marilia.
"Eles deixaram em Porreta-Terme quilômetros e quilômetros de fios de cobre, usados para fazer ligações telefônicas entre o front e a retaguarda", recorda.
"Um dos idosos que entrevistei, disse que a população usou esses fios para fazer a rede telefônica dessa cidadezinha. Até hoje, eles chamam esse fio de brasileiro".

quinta-feira, 25 de março de 2010

Um retrato da década de 60


Dando continuidade ao projeto de exibição de acervos e reflexão da importância da memória, será exibido hoje no Cine Na Memória será exibido o documentário “Sobre Anos 60” de Jean-Claude Bernardet. O documentário faz parte do projeto Panorama Histórico Brasileiro (PHB) do Itaú Cultural com o patrocínio do Ministério da cultura (MINC) é composto por catorze documentários, sobre temas relacionados à identidade nacional, apresentando temas da história sócio-econômica e política brasileira, com recortes para a cultura e o comportamento e foram realizados entre 1989 e 2001. Os vídeos da série propõem reflexões sobre a identidade nacional e são uma oportunidade para compreender cada período vivido pelo país, no contexto da cultura e das artes, trazendo imagens de época, caricaturas, fotos e fragmentos de filmes que foram unidos a trilhas sonoras e remetem aos temas e períodos retratados.
O documentário que iremos exibir hoje Sobre Anos 60 (São Paulo, 1999, 31 min) é o retrato da década de 60, com todas as limitações e censuras impostas pela ditadura e o contraponto estabelecido pela arte contestadora de vanguarda na ótica de seu diretor. Nascido na Bélgica, de família francesa, Jean-Claude Bernardet passou a infância em Paris, e veio para o Brasil com sua família aos 13 anos, naturalizando-se brasileiro em 1964. É diplomado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris) e doutor em Artes pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP.
Interessou-se por cinema a partir do cineclubismo, e começou a escrever críticas no jornal O Estado de São Paulo a convite de Paulo Emílio Salles Gomes. Tornou-se grande interlocutor do grupo de cineastas do Cinema novo, e especialmente de Glauber Rocha, que rompeu com ele a partir da publicação de Brasil em Tempo de Cinema (1967). Foi um dos criadores do curso de cinema da UnB, em Brasília, e deu aulas de História do Cinema Brasileiro na ECA, até se aposentar em 2004.
Além de sua importância como teórico, é também ficcionista, com quatro volumes publicados. Participou de vários filmes, como roteirista e assistente de direção, eventualmente como ator em pequenos papéis. Nos anos 1990 dirigiu dois ensaios poéticos de média-metragem: São Paulo, Sinfonia e Cacofonia (1994) e Sobre Anos 60 (1999).
É também inventor do brinquedo infantil Combina-cor, lançado pela Grow.
Conheça mais sobre o projeto PANORAMA HISTÓRICO BRASILEIRO visitando o site: http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2829
Nossa sessão começa (pontualmente) às 19 horas e a entrada é franca.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Sessão de 25 de fevereiro será cancelada

Por motivos de força maior, não será possível fazermos a exibição do próximo dia 25/02.
Voltaremos as atividades no dia 11/03 com exibição comemorativa ao Dia Internacional da Mulher.

Sessão Especial no Auditório da TV Liberal

Aconteceu no auditório da Tv Liberal no dia 18/02, ás 19:30 h uma apresentação especial.
A exibição aconteceu dentro do projeto "Conheça como funciona" da própria emissora e foi concebido para gerar conhecimento sobre temas e agendas de interesse das áreas que operam a TV Liberal: do jornalismo á tecnologia, do marketing á gestão de estratégias comerciais.
Pela dinâmica e proposta do projeto do Cine Na Memória e pela importância do filme por nós exibido em nossa sessão inaugural (O Arquiteto Régio do Grão-Pará - Landi, de Mário Carneiro/CTAV RJ), fomos convidados a replicar a ação no auditório da Tv.
Contamos com a participação de Elan Trindade e Maria Beatriz Faria, ambas arquitetas e representando o Fórum Landi.
Mais informações verifique visite http://www.orm.com.br/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=457453

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Imagens de um Brasil conhecido por poucos no dia 11/02

A sessão desta quinta-feira (11/02) será enriquecida pela exibição da coletânea “Aspectos do Brasil”. Num belíssimo projeto de restauro pelo Governo Brasileiro através da Caixa, Sociedade Amigos da Cinemateca e Cinemateca Brasileira, surgiu “Resgate do Cinema Silencioso Brasileiro”. Uma caixa com cinco DVDs contento “pérolas” do cinema silencioso brasileiro, restaurados e reunidos em temas distintos. Nesta quinta, será exibido o programa “Aspectos do Brasil”, com duração de 118 minutos.
A entrada é franca e iniciaremos ás 19 horas.
Contamos com apoio da Cinemateca Brasileira e da FUNTELPA.



terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Nesta quinta (dia 28) sessão homenageia Atlântida e evoca a força e a alegria do carnaval.

"Carnaval Atlântida" foi uma produção que marcou a história da companhia. Dirigida por José Carlos Burle em 1952, "Carnaval Atlântida" é uma paródia sobre a própria chanchada, definindo-a como opção num país em que a superprodução é inviável. A história gira em torno de uma produtora de filmes que quer fazer um longa-metragem sobre a guerra de tróia.
A produção de "Carnaval Atlântida" foi um grande sucesso que desencadeou uma série de outros filmes já montados sobre a fórmula da nova fase da chanchada. Recursos técnicos elaborados, personagens com características bem definidas, o aproveitamento de atores em alta cotação entre o público, e, principalmente, a sátira, como elemento condutor da trama. Surgiram então obras-primas do cinema brasileiro, "Nem Sansão nem Dalila" (1954) e "Matar ou Correr" (1954), obras que apresentam uma visão política muito sofisticada, satirizando o governo getulista ao mesmo tempo que parodiam superproduções americanas, "Sansão e Dalila" de Cecil B. de Mille e "Matar ou Morrer", de Fred Zinnemann. Outra grande surpresa desta fase da Atlântida foi a descoberta de Carlos Manga, que dirigiu justamente as paródias brasileiras com extremo bom senso. Na verdade, Manga era praticamente um iniciante quando teve a oportunidade de dirigir trabalhos tão sérios. Mas havia sido indicado por Cyll Farney, e, tendo participado de várias produções anteriores nas mais diversas funções, confiaram-lhe a que faltava, diretor.
Logo após a exibição, abriremos debate para discutir o carnaval em Belém: os blocos, os bailes de salão e as escolas de samba.

SERVIÇO
Dia 28 de janeiro de 2010, às 19h, no mini-auditório do Museu de Arte Sacra (Rua Padre Champagnat, s/n, Cidade Velha).
ENTRADA FRANCA